Da maldição que move o mundo: a banalização da vida

Como sobreviver ao isolamento social durante a pandemia do novo coronavírus, se o toque é algo fundamental em minha existência? Esta é a pergunta de partida deste ensaio acadêmico. Para respondê-la se fez necessário pensar o meu corpo, o meu lugar de privilégio e de fala, a partir, principalmente, das categorias classe social, raça/etnia e gênero, assim como, as de humanidade, natureza, cultura, meio ambiente e as ciências, em conexão com os corpos “outros”, aqueles que são alvos das estratégias de extermínio desde a criação do Estado Moderno. Considero que por hora, de uma forma ou de outra, estamos modificados, porém, quando a suspensão total do isolamento social se der não sei de sairemos mais empáticos, se haverá narrativas de salvação e se haveremos de voltar a dançar em comunhão com a mãe Terra. Leer más